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Por onde começar

O que está a sentir?

Escrevemos estas páginas com as palavras com que as mulheres nos descrevem o que sentem. São queixas comuns, mas não têm de ser normais.

O meu bebé não pega bem na mama

Mamilos doridos, mamadas que nunca acabam, um bebé que escorrega, estala ou prefere uma mama: a pega difícil é comum, mas não tem de ser vivida em sofrimento. O acompanhamento da mãe e do bebé, em articulação com o pediatra, pode ajudar.

A cicatriz da cesariana incomoda-me

Repuxar, dormência, dor ou uma «prega» por cima da cicatriz meses ou anos depois da cesariana são queixas comuns. A cicatriz não é só pele, e o trabalho manual e o movimento podem ajudar os tecidos a recuperar.

O meu bebé chora muito, tem cólicas ou refluxo

Choro inconsolável ao fim do dia, pernas encolhidas, bolsados frequentes: as cólicas e o refluxo são comuns nos primeiros meses e esgotam qualquer família. Depois da avaliação do pediatra, a osteopatia pediátrica e o apoio à amamentação podem ajudar.

A barriga não voltou depois do parto

Meses depois do parto, a barriga continua saliente, fraca ou com um «alto» ao meio quando se levanta? Pode ser uma diástase abdominal. A fisioterapia pélvica ajuda a recuperar a função do abdómen, com segurança.

Estou a tentar engravidar

Quando a gravidez demora, cada mês pesa. A acupuntura, a osteopatia visceral e a fisioterapia pélvica podem acompanhá-la neste caminho como complemento — nunca substituto — da avaliação ginecológica e da medicina da reprodução.

Tenho dor lombar ou pélvica na gravidez

Dor nas costas, na púbis, nas nádegas ou nas virilhas é muito comum na gravidez, mas não tem de a aceitar como inevitável. A fisioterapia pélvica, a osteopatia e a acupuntura podem ajudar, sempre em articulação com o seu obstetra.

Tenho dor nas relações sexuais

A dor durante ou depois das relações sexuais (dispareunia) é mais comum do que se fala, sobretudo no pós-parto e na menopausa. Não tem de a suportar em silêncio: a fisioterapia pélvica pode ajudar a perceber a causa.

Tenho dor pélvica que não passa

Dor no fundo da barriga, na bacia ou no períneo que dura há meses e que os exames nem sempre explicam. A dor pélvica crónica é real e tem muitas vezes várias causas a somar-se; uma abordagem integrativa pode ajudar a encontrá-las.

As minhas dores menstruais são intensas

Dores menstruais que a obrigam a faltar ao trabalho, a ficar de cama ou a tomar analgésicos todos os meses são comuns, mas não são normais. Vale a pena perceber o que está por trás e encontrar alívio.

Tenho endometriose

A endometriose é uma doença crónica que pede acompanhamento ginecológico. A fisioterapia pélvica, a osteopatia visceral e a acupuntura podem complementar esse acompanhamento e ajudar a viver melhor com a dor.

Tenho obstipação / intestino preso

Intestino preso, esforço para evacuar ou a sensação de nunca esvaziar por completo são comuns na gravidez, no pós-parto e em muitas fases da vida. Perceber a causa — muscular, postural ou visceral — pode fazer diferença.

Perco urina ao tossir, rir ou correr

Perder urina ao tossir, espirrar, rir ou fazer exercício é comum depois da gravidez, do parto e na menopausa, mas não é normal. A fisioterapia pélvica em Guimarães pode ajudar a perceber a causa e a recuperar a confiança.

Sinto peso ou uma «bola» na vagina

Sensação de peso, de algo a descer ou de uma «bola» na vagina pode ser um prolapso dos órgãos pélvicos. É frequente depois do parto e na menopausa, e a fisioterapia pélvica é muitas vezes o primeiro passo.

Sinto secura e desconforto na menopausa

Secura, ardor, comichão ou dor nas relações na menopausa afetam muitas mulheres e raramente melhoram sozinhos. Fale com o seu ginecologista e saiba como a fisioterapia pélvica pode complementar o tratamento.

A informação deste site é educativa e não substitui uma avaliação por um profissional de saúde.

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